Meu doce desconhecido,
Que não conheço,
Mas que estremeço,
A cada vez que teclo,
Meu doce desconhecido,
Como gostaria de conhece-lo,

Poder tocar seu rosto,
E dizer o quanto te quero,
Meu doce mistério,
Qual o seu mistério?
De não poder conhecê-lo,
De não poder senti-lo,
Meu doce desconhecido,
Deixe de mistérios...

(Todos direitos deste poema pertencem à Cíntia
Dias
|